A negritude feminina na obra de Maria Firmina dos Reis: literatura versus necropolítica e biopoder

dc.contributor.advisor1Pacheco, Keli Cristina
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6558952854074161pt_BR
dc.contributor.instituicao-banca1Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)pt_BR
dc.contributor.instituicao-banca2Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG)pt_BR
dc.contributor.referee1Gaiotto, Ricardo
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3690271229706372pt_BR
dc.contributor.referee2Morais, Eunice de
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/0351544602905413pt_BR
dc.creatorBertoli, Lucas Dams
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/3316891917400293pt_BR
dc.date.accessioned2025-08-28T17:53:46Z
dc.date.accessioned2026-06-30T12:20:24Z
dc.date.available2025-08-28T00:00:00Z
dc.date.available2025-08-28T17:53:46Z
dc.date.issued2025-06-17
dc.description.abstractEsta tesis de maestría tiene como objetivo investigar cómo la escritora maranhense Maria Firmina dos Reis, a través de las obras Úrsula (2018) y “A escrava” (2018), publicadas originalmente en 1859 y 1887 respectivamente, construye narrativas que desafían las estructuras coloniales de dominación, especialmente aquellas dirigidas al control de los cuerpos femeninos negros en el Brasil del siglo XIX. El análisis se centra en los personajes Susana y Joana, evidenciando cómo Firmina rompe con los estereotipos de la tradición romántica brasileña y construye subjetividades negras que desafían el pensamiento colonizador de su época. Para ello, se articulam los conceptos de Necropolítica de Achille Mbembe (2016), Biopoder y Biopolítica de Michel Foucault (2024) y Epistemicidio de Sueli Carneiro (2005) con los campos de la teoría literaria —Conceição Evaristo (1996/2005/2009), Eduardo de Assis Duarte (2004/2018/2021), Fernanda Miranda (2019/2020), Luiza Lobo (1993) y Rafael Balseiro Zin (2018)—, de los teóricos poscoloniales —Aimé Césaire (1978), Frantz Fanon (2008), Grada Kilomba (2019), Michel-Ralph Trouillot (1995), Stuart Hall (2016)— y del feminismo negro —Angela Davis (2016/2018), bell hooks (1995) y Lélia Gonzalez (2020). Asimismo, se denuncia la invisibilización crítica de la autora en los estudios literarios nacionales, lo que ha contribuido a la exclusión de su obra de los principales manuales críticos y de la historiografía literaria brasileña. De esta manera, la tesis propone una revalorización crítica de la literatura afrobrasileña, subrayando la necesidad de ampliar el canon literario a partir del reconocimiento de la importancia sociohistórica, política y cultural de la obra de Maria Firmina dos Reis.pt_BR
dc.description.resumoEsta dissertação tem por objetivo investigar como a escritora maranhense Maria Firmina dos Reis, por meio das obras Úrsula (2018) e “A escrava” (2018), publicadas originalmente em 1859 e 1887, respectivamente, constrói narrativas que desafiam as estruturas coloniais de dominação, especialmente aquelas voltadas ao controle dos corpos negros femininos no Brasil oitocentista. A análise concentra-se nas personagens Susana e Joana, evidenciando como Firmina rompe com estereótipos da tradição romântica brasileira e constrói subjetividades negras que desafiam o pensamento colonizador de sua época. Para tanto, foram articulados os conceitos de Necropolítica Achille Mbembe (2016), Biopoder e Biopolítica de Michel Foucault (2024) e Epistemicídio de Sueli Carneiro (2005) aos campos da teoria literária — Conceição Evaristo (1996/2005/2009), Eduardo de Assis Duarte (2004/2018/2021), Fernanda Miranda (2019/2020), Luiza Lobo (1993) e Rafael Balseiro Zin (2018) —, dos teóricos pós-coloniais — Aimé Césaire (1978), Frantz Fanon (2008), Grada Kilomba (2019), Michel-Ralph Trouillot (1995), Stuart Hall (2016) — e do feminismo negro — Angela Davis (2016/2018), bell hooks (1995) e Lélia Gonzalez 2020). Além disso, é denunciado o apagamento sistêmico da autora dos estudos literários nacionais, que contribuiu para a exclusão de sua obra dos principais manuais críticos e da historiografia literária brasileira. Dessa forma, a dissertação propõe uma revalorização crítica da literatura afro-brasileira, reforçando a necessidade de ampliação do cânone literário a partir do reconhecimento da importância socio- histórica, política e cultural da obra de Maria Firmina dos Reis.pt_BR
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superiorpt_BR
dc.identifier.citationBERTOLI, Lucas Dams. A negritude feminina na obra de Maria Firmina dos Reis: literatura versus necropolítica e biopoder. 2025. Dissertação (Mestrado em Estudos da Linguagem) - Universidade Estadual de Ponta Grossa, Ponta Grossa, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttps://ri.uepg.br/handle/123456789/2645
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Estadual de Ponta Grossapt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentDepartamento de Estudos da Linguagempt_BR
dc.publisher.initialsUEPGpt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós - Graduação em Estudos de Linguagempt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectMaria Firmina dos Reispt_BR
dc.subjectSusanapt_BR
dc.subjectJoanapt_BR
dc.subjectNecropolíticapt_BR
dc.subjectBiopoderpt_BR
dc.subject.cnpqLetraspt_BR
dc.titleA negritude feminina na obra de Maria Firmina dos Reis: literatura versus necropolítica e biopoderpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR

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