Agressividade de monilinia spp. em frutos de macieira

dc.contributor.advisorMoreira, Rafaele Regina
dc.contributor.advisorDalla Pria, Maristela
dc.contributor.authorFerreira, Emanuelle Sarah Fogaça
dc.date.accessioned2025-08-04T17:07:57Z
dc.date.accessioned2026-06-26T11:56:24Z
dc.date.available2025-08-04T17:07:57Z
dc.date.issued2025
dc.description.abstractA cultura da macieira (Malus domestica Borkh) possui elevada importância no Brasil, sendo a segunda fruta mais consumida e a quarta mais produzida. Na produção mundial de maçã, o país encontra-se no oitavo lugar, onde sua maior área e produção são concentradas na região Sul do país. Recentemente, foi relatado a ocorrência severa do fungo Monilinia spp. em pomares de maçã no município de Lapa, no Paraná, causando podridão em frutos. Este fungo não era considerado patógeno na cultura da macieira, porém é um dos mais importantes em culturas como pessegueiro e ameixeira, causando podridão dosfrutos. Tendo em vista a importância da cultura da maçã, faz-se necessário entender o comportamento do patógeno que ainda não havia sido relatado nessa frutífera. A partir disto objetivou-se com esse trabalho comprovar a patogenicidade, avaliar a agressividade nas duas principais cultivares produzidas no país, Gala e Fuji e, avaliar a suscetibilidade de frutos com ferimento no desenvolvimento de Monilinia spp. Dentre uma coleção de dez isolados de Monilinia spp. obtidos de macieira, foram escolhidos dois, 603 e 609, para realização dos testes. O experimento foi realizado em forma de duplicata no laboratório de Fitopatologia no campus Uvaranas da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). O delineamento experimental foi inteiramente casualizado em esquema fatorial triplo: duas cultivares (Gala e Fuji), dois isolados (603 e 609), e frutos com (CF) e sem ferimentos (SF), com quatro repetições. Como resultados obtidos, não houve efeito de cultivar nem isolado, no entanto o efeito de ferimento foi detectado. Sendo assim, os frutos feridos estão mais suscetíveis ao aparecimento precoce de sintomas, os quais crescem notoriamente em menor período de tempo, bem como a esporulação do patógeno ocorre em maior frequência. Os frutos com ferimento apresentaram período de incubação em média 8 dias, já os frutos sem ferimentos em média 19 dias. O período de latência permaneceu menor para os frutos com ferimento, em torno de 12 dias e 24 dias para os frutos sem ferimentos. O tamanho das lesões em frutos com ferimento foi aproximadamente três vezes maior em diâmetro quando comparadas àslesões dos frutossem ferimentos, que expressaram em média 1,5 centímetro de diâmetro.pt_BR
dc.identifier.citationFERREIRA, Emanuelle Sarah Fogaça. Agressividade de monilinia spp. em frutos de macieira. 2025. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Agronomia) - Universidade Estadual de Ponta Grossa, Ponta Grossa, 2025.
dc.identifier.urihttps://ri.uepg.br/handle/123456789/1344
dc.language.isoptpt_BR
dc.publisherUEPG
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International
dc.rightshttp://purl.org/coar/access_right/c_abf2
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/
dc.subjectMalus domesticapt_BR
dc.subjectMonilinia fructicolapt_BR
dc.subjectPodridões de frutospt_BR
dc.titleAgressividade de monilinia spp. em frutos de macieirapt_BR
dc.typeOtherpt_BR

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