Potencial bioestimulante de doses de extrato aquoso de Chlorella vulgaris na cultura da cevada

dc.contributor.advisorOhse, Silvana
dc.contributor.advisorBarboza, Lana Evilyn
dc.contributor.authorRibeiro, Kaylanne
dc.date.accessioned2026-05-25T19:20:03Z
dc.date.accessioned2026-06-26T11:58:48Z
dc.date.issued2026
dc.description.abstractAs microalgas representam um recurso promissor na agricultura devido à sua riqueza em compostos bioativos capazes de otimizar o desenvolvimento vegetal, consequentemente a produtividade das culturas. Diante da necessidade de expansão da produção de cevada (Hordeum vulgare L.) nos Campos Gerais/PR e, da busca por tecnologias sustentáveis, este estudo objetivou avaliar a aplicação de doses da microalga Chlorella vulgaris, via tratamento de sementes e via foliar, na cevada, cultivar Imperatriz. O experimento foi conduzido na Fazenda Escola Capão da Onça (UEPG), Ponta Grossa/PR, sob delineamento em blocos casualizados, com 3 repetições. Os tratamentos consistiram na combinação de cinco doses via tratamento de sementes da microalga C. vulgaris (0; 20; 40; 60 e 80 mg kg⁻¹ de sementes) e quatro doses via foliar (0; 2000; 4000 e 6000 mg ha⁻¹). Os resultados da análise de variância não revelaram interação entre os fatores (p>0,05), bem como não houve efeito principal para os fatores doses via sementes e doses via foliar em todas as variáveis analisadas. Por outro lado, observou-se um vigoroso estado fisiológico das plantas, com índice relativo de clorofila médio de 65,18 e índices de área foliar de 3,21 (vegetativo) e 3,59 (reprodutivo), níveis correlacionados à eficiência fotossintética. A produtividade média alcançou 5.417,99 kg ha⁻¹, superando em 24,32% a média nacional da safra. No âmbito qualitativo, os grãos atenderam aos requisitos de peso hectolitro (63,36 kg hL-1) e classificação (93,61% Classe 1), embora o teor proteico (13%) tenha excedido o limite comercial para malteação, mesmo sem ter sido realizada a adubação nitrogenada em cobertura. As sementes produzidas apresentaram elevada energia germinativa (98%), contudo, exibiram acentuada sensibilidade à água (48%). Conclui-se que a aplicação de doses crescentes do extrato aquoso de C. vulgaris não promoveu alterações significativas nos componentes morfofisiológicos da cevada, nos componentes da produção e na qualidade industrial, cv. Imperatriz, sob as condições do estudo.
dc.identifier.citationRIBEIRO, Kaylanne. Potencial bioestimulante de doses de extrato aquoso de Chlorella vulgaris na cultura da cevada, 2026. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Agronomia) - Universidade Estadual de Ponta Grossa, Ponta Grossa, 2026.
dc.identifier.urihttps://ri.uepg.br/handle/123456789/1362
dc.language.isopt
dc.publisherUEPG
dc.rightshttp://purl.org/coar/access_right/c_abf2
dc.rights.licenseAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/
dc.subjectMicroalgas
dc.subjectBioestimulante
dc.subjectHordeum vulgare L.
dc.subjectTratamento de sementes
dc.titlePotencial bioestimulante de doses de extrato aquoso de Chlorella vulgaris na cultura da cevada
dc.typeOther

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