Demissão do empregado público celetista estável: discricionariedade do empregador vs. estabilidade do empregado
| dc.contributor.advisor | Fogaça, Vitor Hugo Bueno | |
| dc.contributor.author | Amaral, Melanie Teles do | |
| dc.date.accessioned | 2025-12-18T16:32:37Z | |
| dc.date.accessioned | 2026-06-26T12:20:15Z | |
| dc.date.issued | 2024 | |
| dc.description.abstract | O presente estudo apresenta como problemática de pesquisa a demissão do empregado público celetista estável e suas particularidades, sopesando a discricionariedade da Administração-empregadora e estabilidade do empregado. Para tanto, tem como objetivo geral analisar os institutos da estabilidade e da discricionariedade, avaliando qual tem mais valor diante da possibilidade da demissão do empregado público. Quanto à metodologia, a pesquisa é dotada de natureza aplicada, com abordagem qualitativa, objetivo exploratório e técnica bibliográfica e documental; desenvolvida por meio do método dedutivo. Com isso em vista, parte-se de linhas gerais acerca do regime jurídico aplicável aos empregados públicos, neste caso o da Consolidação das Leis do Trabalho, para chegar, então, ao tema mais específico de sua demissão. Traça-se também um paralelo da trajetória do empregado público na Administração, desde sua admissão, passando pelo estágio probatório, adquirindo a estabilidade e enfim extinguindo seu contrato com a demissão. Por fim, a partir da compreensão de todos estes conceitos, verifica-se a aplicabilidade dos institutos da discricionariedade e da estabilidade diante de todas as peculiaridades do regime celetista na Administração Pública brasileira. Diante dos posicionamentos divergentes entre a doutrina e a jurisprudência, faz-se uma análise dos inquéritos judiciais para apuração de falta grave ajuizados pelo Município de Ponta Grossa, cujos empregados públicos são celetistas, nos últimos cinco anos, de 2019 a 2023, ressaltada a importância da compreensão da relação complementar entre o direito administrativo e o direito do trabalho quando se fala dos agentes públicos regidos pela CLT. Diante disso, conclui-se que a condição de estabilidade do empregado público limita fortemente as prerrogativas discricionárias da Administração-empregadora, condicionando a demissão do agente às hipóteses prescritas pela Constituição e regulamentadas pela CLT. | |
| dc.identifier.citation | AMARAL, Melanie Teles do. Demissão do empregado público celetista estável: discricionariedade do empregador vs. estabilidade do empregado. 2024. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Direito) - Universidade Estadual de Ponta Grossa, Ponta Grossa, 2024. | |
| dc.identifier.uri | https://ri.uepg.br/handle/123456789/1386 | |
| dc.language.iso | pt | |
| dc.publisher | UEPG | |
| dc.rights | http://purl.org/coar/access_right/c_abf2 | |
| dc.rights.license | Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil | |
| dc.rights.uri | dc.rights.uri http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/ | |
| dc.subject | Agentes públicos | |
| dc.subject | Regime jurídico | |
| dc.subject | Poder discricionário | |
| dc.subject | Estabilidade constitucional | |
| dc.title | Demissão do empregado público celetista estável: discricionariedade do empregador vs. estabilidade do empregado | |
| dc.type | Article |
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