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<title>DEFITO - Artigos Publicados em Periódicos</title>
<link>http://hdl.handle.net/123456789/49</link>
<description>Coleção de artigos publicados em periódicos</description>
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<dc:date>2025-07-19T18:45:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="http://hdl.handle.net/123456789/833">
<title>Controle de doenças do trigo com fosfitos e acibenzolar-s-metil isoladamente ou associados a piraclostrobina + epoxiconazole</title>
<link>http://hdl.handle.net/123456789/833</link>
<description>Controle de doenças do trigo com fosfitos e acibenzolar-s-metil isoladamente ou associados a piraclostrobina + epoxiconazole
Santos, Hellen Aparecida Arantes dos; Dalla Pria, Maristella; Silva, Olavo Correa da; De Mio, Louise Larissa
Foi realizado um experimento no município de Palmeira-PR, visando avaliar o efeito de diferentes fontes de fosfitos no controle da ferrugem da folha, do oídio e das manchas amarela e marrom na cultura do trigo. Os tratamentos foram: quatro fontes comerciais de fosfitos (A, B, C e D) aplicados na dose de 1500 mL ha-1 (dose de produto ativo) isolado ou associado aos demais produtos, acibenzolar-S-metil (ASM) na dose de 500 mL ha-1 (isolado ou associado), piraclostrobina + epoxiconazole&#13;
(fungicida) na dose de 500 mL ha-1, e as combinações de fosfito  A com piraclostrobina + epoxiconazole&#13;
na dose de 300 mL ha-1, fosfito  A com piraclostrobina + epoxiconazole na dose de 400 mL ha-1, ASM&#13;
com piraclostrobina + epoxiconazole na dose de 400 mL ha-1 e testemunha sem controle. Utilizou-se delineamento em blocos ao acaso, com quatro repetições. No caso das doenças, as avaliações consistiram na determinação da severidade e cálculo de área abaixo da curva de progresso da doença em folha bandeira e em planta inteira. Foram avaliados também: índice de área foliar, peso de mil sementes, peso hectolítrico e produtividade. Fosfito, independente das fontes testadas, não apresentou ação sobre ferrugem da folha, oídio, e manchas amarela ou marrom do trigo. O indutor de resistência acibenzolar-S-metil isoladamente ou em associação com fungicidas afetou apenas a ferrugem da folha e o oídio do trigo. Apenas os fosfitos associados ao fungicida controlaram as doenças, mas não houve aumento adicional de produtividade quando comparado com o controle proporcionado somente pelo fungicida.; The objective of this study was to evaluate the effect of different sources of phosphite to control leaf rust, powdery mildew, yellow and brown spot in the wheat crop in Palmeira, Paraná state, Brazil. The treatments were: four commercial sources of phosphites (A, B, C and D), applied at 1500 mL ha-1, (applied in rate of active product) acibenzolar-S-methyl (ASM) at 500 mL ha-1 (isolad or association), pyraclostrobin + epoxiconazole (fungicide) at 400 mL ha-1) and phosphite A with pyraclostrobin + epoxiconazole (at 300 mL ha-1), phosphite A with pyraclostrobin + epoxiconazole (400 mL ha-1), acibenzolar-S-methyl with pyraclostrobin + epoxiconazole (400 mL ha-1) and control (water), . The experimental design adopted was complete randomized blocks with four replications. Regarding diseases, evaluations were done on the determination of severity and the calculation of the area below the curve of the disease progress in the flag leaf and entire plant. Leaf area index, thousand seeds weight, hectoliter weight and yield were also evaluated. Phosphite, independently source, did not act on leaf rust, powdery mildew, yellow and brown spot. The resistance inducer acibenzolar-S-methyl either isolated or associated to other fungicides affected leaf rust and powdery mildew of the wheat. Only phosphites associated to the fungicide controlled diseases, however there was no additional increase in yield whether compared to the control promoted by the fungicide.
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<dc:date>2011-04-01T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="http://hdl.handle.net/123456789/832">
<title>Épocas de colheita de umbelas e comprimento da haste floral no rendimento e no potencial fisiológico de sementes de cebola</title>
<link>http://hdl.handle.net/123456789/832</link>
<description>Épocas de colheita de umbelas e comprimento da haste floral no rendimento e no potencial fisiológico de sementes de cebola
Reghin, Marie Y; Dalla Pria, Maristella; Otto, Rosana F; Vinne, Jhony van der
O estado do Paraná contribui significativamente para o abaste-cimento de cebola no Brasil. Apesar disso, ainda não ocorre produ-ção de sementes, o que demanda necessidade de pesquisa nessa área. Avaliou-se épocas de colheita e presença ou não de haste floral nas umbelas sobre o rendimento e potencial fisiológico de sementes de cebola. Os tratamentos resultaram da combinação de três épocas de colheita (com cápsulas ainda verdes, no início de abertura das cáp-sulas e com 10% de sementes expostas), combinadas com umbelas de haste floral com comprimento de 15 cm ou sem haste floral, ar-ranjados em esquema fatorial 3x2. O delineamento experimental foi de blocos casualizados, com quatro repetições. Os bulbos da cultivar Crioula foram provenientes da EPAGRI (SC) e plantados em julho/2002, em Imbituva (PR), sob cultivo protegido de plástico de polietileno, usando estrutura modelo Londrina. Na fase de florescimento, quatro umbelas por parcela foram etiquetadas para as avaliações. Em cada uma das umbelas colhidas, foram separados e contados o número total de flores fecundadas (cápsulas) e de flo-res não fecundadas. As sementes foram retiradas das cápsulas e pos-teriormente contadas, obtendo-se o número total de sementes e de sementes por cápsula. Foram avaliadas a massa total de sementes por umbela, massa de 100 sementes e conduzidos os testes de ger-minação e vigor. A colheita das umbelas com haste de 15 cm não influiu no rendimento nem no potencial fisiológico das sementes. A época de colheita das umbelas influiu na quantidade e na qualidade das sementes. A colheita realizada no início de abertura das cápsulas ou com 10% de sementes expostas resultou em maior número de sementes por umbela, mais semente por cápsula, maior rendimento por umbela e maior massa de sementes. O rendimento médio foi de 2,9 g/umbela. Além disso, resultou em maior vigor e germinação (90,25% e 85,25%, respectivamente). Na prática, é desejável proce-der-se à colheita das umbelas no início da abertura das cápsulas, para evitar perdas por degrana ou doenças.
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<dc:date>2004-04-01T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="http://hdl.handle.net/123456789/831">
<title>Respostas produtivas do alho a diferentes densidades de plantas e peso de bulbilhos-semente</title>
<link>http://hdl.handle.net/123456789/831</link>
<description>Respostas produtivas do alho a diferentes densidades de plantas e peso de bulbilhos-semente
Reghin, Marie Yamamoto; Otto, Rosana Fernandes; Zagonel, Jeferson; Dalla Pria, Maristella; Vinne, Jhony van der
Este experimento foi conduzido em Ponta Grossa (PR), localizada à altitude de 880 m. O delineamento experimental foi o de blocos casualizados com quatro repetições; os tratamentos foram distribuídos em fatorial 2 x 4, sendo 2 pesos de bulbi-lhos-sementes (P1 = 3,0 – 3,5 g e P2 = 2,0 – 2,9 g) e 4 densidades de plantas m-2 (33,3, 50,0, 66,6 e 100). Para obter essas den-sidades, trabalhou-se com o arranjo de plantas em fileiras simples e fileiras duplas. Nas simples, usaram-se quatro fileiras dispostas no sentido longitudinal do canteiro com 1,20 m de largura, no espaçamento de 0,30 m entre fileiras e 0,10 e 0,05 m entre plantas, obtendo-se 40 e 80 plantas m-2, respectivamente. Nas fileiras duplas, usaram-se três linhas duplas espaçadas 0,30 m entre si e, dentro da fileira, 0,10 e 0,05 m, respectivamente, obtendo-se densidades de 60 e 120 plantas m-2. Os bulbos-semente da cultivar Roxo Pérola de Caçador foram vernalizados por 40 dias a 4°C antes do plantio. Após a vernalização, os bulbos foram debulhados e separados por peso. O plantio foi realizado em 14/05/2002, usando-se marcadores de madeira para os diferentes arranjos de plantas. Após a colheita, realizada em 03/10/2002, fez-se a cura e, posteriormente, a toalete. Avaliou-se a produção de bulbos por m-2 classificando-os com pseudoperfilhamento, e em diferentes classes, de acordo com diâmetro. Os dados relativos aos pesos dos bulbilhos-sementes foram submetidos à análise fatorial e os de densidades, à regressão polinomial. Observou-se que os pesos de bulbilhos-semente utilizados não promoveram respostas produtivas significativas, exceto na característica de pseudoperfilhamento, com maior ocorrência quando se usaram bulbilhos-semente P2. Essa característica, em relação à densidade, tanto em P1 como para P2, apresentou resposta linear decrescente, de acordo com o aumento da densidade de plantas. Além disso, a densidade de plantas foi um fator decisivo no rendimento da produção tanto em relação ao volume quanto ao tamanho do bulbo produzido. Tanto para P1 como para P2, com o aumento da densidade de plantas, de 33,3 para 100 plantas m-2, houve acréscimo linear no volume de produção, de 1,28 kg m-2 para 2,94 kg m-2 em P1 e de 1,21 para 2,90 kg m-2, em P2, respectivamente. No entanto, com o aumento da produção total, ocorreu decréscimo no tamanho do bulbo produzido. Quando se classificaram os bulbos nas diferentes classes, observou-se efeito significativo somente para P1. A obtenção de rendimento de bulbos de maior valor comercial em P1, como as da classe 6 (&gt; 47 &lt; 55 mm) em valor acima de 45% foi observada na densidade de 40 plantas m-2.; The experiment was carried out in Ponta Grossa (PR), located in a altitude of 880 m. The experimental design was a random-ized blocks with four replications. Treatments arranged in a factorial scheme 2 x 4, resulted from the combination of two seed clove weight (W1 = 3,0 – 3,5 g and W2 = 2,0 – 2,9 g) and four plants densities m-2 (33,3, 50,0, 66,6 and 100). To obtain these densities, it was arranged plants in simple and double rows. On the simple row plants arrangement had four rows in longitudi-nal direction of the bed having 1,20 m width spaced 0,30 between rows and 0,10 and 0,05 m between plants, obtaining 33,3 and 66,6 plants m-2, respectively. On double one it was used three double rows spaced among them with 0,30 m and within row, 0,10 and 0,05 m, respectively to obtain densities of 50 and 100 plants m-2. Seed bulbs of cultivar Roxo Pérola de Caçador were vernalized at 4°C/40 days before planting. After vernalization treatment the bulbs were thrashed and the bulbils separated by weight. The planting was at 14/05/2002, using plants arrangement in simple and double rows. Seed clove weight did not promote difference on yield response, except to characteristic of bulb secondary growth, being superior the occurrence on W2 compared to W1. In relation to plant densities, both on W1 and W2, it was observed linear response and it decreased in accord-ing of the increase on plant density. Besides, plant densities were effective on yield even in relation to total bulbs per area and also considering bulb size. Both W1 and W2, increasing plant densities, from 33,3 to 100 plantas/m2, it was observed linear response, from 1,28 to 2,94 kg m-2 to W1 and 1,21 to 2,90 kg m-2 to W2, respectively. The increasing of plants densities promoted higher yield however it was also observed decreasing on bulb size. When bulbs were classified into differents classes it was observed difference only when W1 was used. In order to obtain bulbs of higher value commercial in W1, as class 6 (&gt; 47 &lt; 55 mm) higher than 45% , this result was observed from density of 40 plants m-2
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<dc:date>2004-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="http://hdl.handle.net/123456789/830">
<title>Uso do leite de vaca in natura no controle de oídio na cultura da gérbera</title>
<link>http://hdl.handle.net/123456789/830</link>
<description>Uso do leite de vaca in natura no controle de oídio na cultura da gérbera
Jasper, Mônica; Dalla Pria, Maristella; Silva, Andressa Andrade e
A gérbera (Gerbera jamesonii) é uma das mais populares plantas ornamentais do mundo, tanto como flor de corte como de vaso. O objetivo deste trabalho foi avaliar o leite in natura no controle do oídio (Erysiphe cichoracearum) na cultura da gérbera. Foram utilizadas duas concentrações de leite de vaca in natura (8 e 16%), com e sem adição de adjuvante (óleo vegetal), três fungicidas (fenarimol -6 g i.a.100 L-1 H2O, chlorothalonil -150 g i.a.100 L-1 H2 O e azoxystrobin + óleo mineral - 10 g i.a .100 L-1 H2 O) e testemunha. Com os dados de severidade foi calculada a área abaixo&#13;
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da curva de progresso da doença (AACPD). O leite in natura aplicado com o adjuvante controlou o oídio, não permitindo a instalação e o desenvolvimento do patógeno. O uso do adjuvante melhorou a eficiência do leite in natura, no entanto requer a lavagem posterior das plantas com H2O + detergente. O fungicida fenarimol promoveu melhor controle de oídio e aspecto visual das plantas de gérbera. O fungicida azoxystrobin + óleo mineral e o chlorothalonil foram fitotóxicos à planta de gérbera, o que prejudicou a aparência das folhas e flores.; Gerbera (Gerbera jamesonii) is one of the most popular ornamental plants in the world, used as cut or vase flower. The experiment aimed to evaluate the effect of milk in natura to control powdery mildew (Erysiphe cichoracearum) on gerbera. The treatments tested were: two concentrations of cow’s milk in natura (8 and 16%), with and without adjuvant (vegetal oil), three fungicides (fenarimol -6 g a.i.100 L-1 H2O, chlorothalonil -150 g a.i.100 L-1 H2O and azoxystrobin + mineral oil - 10 g a.i.100 L-1 H2O) and control treatment. The area under the disease progress curve (AUDPC) was calculated for each&#13;
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plot based on disease severity. Milk in natura applied with adjuvant controlled the disease and did not allow the infection and development of pathogen. The addition of adjuvant improves the efficiency of milk in natura, but it requires subsequent washing of plants with H2O + detergent. The fungicide fenarimol promoted the best control and also the best gerbera visual aspect . The fungicide azoxystrobin + mineral oil and the chlorothalonil were phytotoxic to gerbera plants, affecting the aspect of leaves and flowers.
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<dc:date>2009-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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