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<title>BICEN - Teses e Dissertações</title>
<link href="http://hdl.handle.net/123456789/670" rel="alternate"/>
<subtitle>Coleção de teses e dissertações</subtitle>
<id>http://hdl.handle.net/123456789/670</id>
<updated>2025-07-19T18:25:48Z</updated>
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<title>Transição agroecológica nos assentamentos rurais: estratégias de resistência e produção de novidades</title>
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<name>Valadão, Adriano da Costa</name>
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<updated>2013-02-21T16:46:10Z</updated>
<published>2012-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Transição agroecológica nos assentamentos rurais: estratégias de resistência e produção de novidades
Valadão, Adriano da Costa
O MST – Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, tem desenvolvido ações de apoio a processos de transição agroecológica nos assentamentos rurais. Estas ações são o resultado das deliberações do IV Congresso Nacional do MST, realizado no ano 2000 na cidade de Brasília. Neste momento que o Movimento intensificou as preocupações com consequências ambientais do modelo de agricultura convencional, sua crítica ao agronegócio e propôs o uso de estilos de agricultura que respeitasse o meio ambiente. O MST do Estado do Paraná, se destacou por ser um dos primeiros a apresentar resultados considerados significativos de experiências agroecológicas nos assentamentos rurais. Desta forma, este trabalho tem como objetivo central analisar o processo de transiçãoagroecológica em desenvolvimento nos assentamentos rurais do Estado do Paraná. Ainda destacaremos a experiência do Assentamento Contestado, situado no município da Lapa/PR, considerada pelo próprio MST do Paraná como uma das mais importantes e significativas. Indicamos que a agroecologia emerge no MST como uma proposta de solução para os problemas ocasionados pela modernização da agricultura, buscando conquistar a autonomia dos agricultores assentados e denunciar os efeitos da agricultura moderna e do agronegócio. Este trabalho será realizado com base nas contribuições da sociologia rural e sociologia ambiental e tendo esquema de análise, os aporte da Teoria da Transição de Regimes Sócio técnicos através da Perspectiva Multinível (PMN). Esta abordagem estuda processos de transição sociotecnológicas a partir de três níveis de análise, o nicho, o regime sociotécnico e a paisagem sociotécnica. Com base nesta perspectiva ao ser aplicada a agricultura, detecta que os agricultores também desenvolvem técnicas, tecnologias, artefatos e práticas baseados em sua realidade local, que são tratadas por alguns autores como novidades. Estas novidades desviam das regras e práticas adotadas pelo regime agrícola e possuem o potencial para construir um novo regime agrícola. A Agroecologia é então apontada como uma novidade gestada no contexto dos agricultores, em um resgate de práticas tradicionais que dialogam com o conhecimento científico apropriado. A partir desta abordagem a experiência do grupo de agricultores agroecológicos do Assentamento Contestado, pode ser configurada como um nicho de produção de novidades, devido ao conjunto de experiências de processos de transição agroecológica desenvolvidas pelas famílias do local. Os assentamentos desenvolvem processos de ecologização que tem como base a agroecologia e podem se configurar como nichos de produção de novidades, que em conjunto com outras experiências agroecológicas podem se articular como um pote impostos pelo regime hegemônico.; The MST – Movement of the Rural Workers Without Land, has been developing actions of support to agroecological transition processes for rural settlements. These actions are the result of the deliberations of IV National Congress of the MST, held at 2000 in the city of Brasília. At the moment the Movement intensified their concerns with environmental consequences of conventional agriculture, their criticisms of agribusiness and proposed the use styles of agriculture that that respect the environment. The MST of the State of Paraná, stood out for being one of the first to present results considered significant agroecological experiences in rural settlements. Thus, our objective is to analyse the process of agroecological transitions of rural settlements in Paraná State. Also we will highlight the experience of Contested Settlement, located in Lapa/PR, considered by the MST of Paraná as one of the most important and significant. We indicate that agroecology emerges in MST as a proposed solution to the problems caused by modernization of agriculture, seeking conquer the autonomy of farmers settled and denounce the effects of modern agriculture and agribusiness. This work is based on the contributions of rural sociology and environmental sociology as well as has the framework for analysis, the contributions of the Theory of Transition Regimes Sociotechnical through the Multilevel Perspective (MLP). This approach studies sociotechnical transitions from three levels of analysis, the niche, sociotechnical regime and landscape. Based on this perspective to be applied to agriculture, farmers also detects develop techniques, technologies, artifacts and practices based on their local situation, which are treated by some authors as novelties. These innovations deviate from rules and practices adopted by the agricultural regime and have the potential to build a new agricultural regime. The Agroecology is then identified as a novelty gestated in the context of farmers, a ransom of traditional practices that dialogue with the appropriate scientific knowledge. From this approach the experience of the group of farmers agroecological Contestado Settlement, can be configured as a niche production of novelties, because to the whole experience of agroecological transition processes developed by the local families. Thus, the settlements develop processes that greening is based on agroecology and can be configured as niche production of novelties, which together with other agroecological experiences can be articulated as a potential alternative socio technological regime seeking to break blockades imposed by hegemonic regime.
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<dc:date>2012-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Empreendedorismo em bibliotecas universitárias: um estudo do cenário paranaense</title>
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<name>Honesko, Astrid</name>
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<id>http://hdl.handle.net/123456789/780</id>
<updated>2012-08-10T17:10:59Z</updated>
<published>2001-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Empreendedorismo em bibliotecas universitárias: um estudo do cenário paranaense
Honesko, Astrid
O estudo aborda a temática do empreendedorismo, considerando a evolução histórica de seu conceito, os atributos da personalidade do empreendedor e os fatores necessários à implantação de um ambiente propício à atuação dos empreendedores. Enfatiza a importância do desenvolvimento da cultura em-preendedora nas bibliotecas para a criação de um novo modelo de gestão baseado nos princípios do empreendedorismo. Apresenta como objetivos: a categorização acadêmica e  funcional dos profissionais  da informação, a identificação de carac-terísticas empreendedoras nesses profissionais, a verificação do grau de conhecimento relacionado ao tema e uma análise do ambiente das bibliotecas universitárias quanto ao desenvolvimento de habilidades empreendedoras. A população alvo deste estudo envolve os profissionais da informação com função de responsabilidade nas bibliotecas das universidades públicas e privadas do Paraná. Utiliza como instrumento de coleta de dados um questionário com questões abertas e fechadas. Os resultados obtidos e analisados revelam, no nível grupal, que as características empreendedoras estão mais presentes do que ausentes nos indivíduos pesquisados e que estes possuem um conhecimento teórico sobre o tema. As conclusões e recomendações apresentam um diagnóstico do atual cenário das bibliotecas e considerações que poderão contribuir para diminuir a distância a ser percorrida até tornarem-se  unidades empreendedoras.; This paper is focused on the theme of entrepreneurship, taking into account the historical evolution of its concept, the features of an entrepreneur´s personality and  necessary factors to implement a positive environment so that entrepreneurs can better act. It emphasizes the importance of developing an entrepreneur´s culture in the libraries in order to raise a new model of management on entrepreneurship´s elements. It has the following objectives: funcional and academic categorical of information profissionals, the identification of entrepreneurship characteristics on these professionals, the verification of the degree of knowledge related with the theme and an analysis of the environment of academic libraries to alow for the  entrepreneur skills to develop. The population object from this study involve employers of information with responsibility  function at libraries of public and private universities from Paraná. It makes use of a questionnaire for collecting data with open and closed questions. The results obtained, at the group level, expose that the entrepreneur characteristics are more presents than absent on the individual researched and that they  have a theoretical knowledge about the theme. The conclusions and recomendations present a diagnostic of the actual set of the libraries and the considerations shown contribute to reduce the distance to be overcome until libraries can become entrepreneurship units.
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<dc:date>2001-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>A produção social das utopias: uma análise a partir da economia solidária</title>
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<name>Brasil, Manuela Salau</name>
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<id>http://hdl.handle.net/123456789/739</id>
<updated>2012-07-03T15:02:11Z</updated>
<published>2011-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">A produção social das utopias: uma análise a partir da economia solidária
Brasil, Manuela Salau
No presente trabalho analisamos em que medida a economia solidária vem se&#13;
constituindo em um espaço de produção e vivência de utopias. Na defesa de&#13;
uma acepção positiva do conceito de utopia, utilizamo-nos do aporte teórico de&#13;
Ernst Bloch e, para relacioná-la com a economia solidária, ressaltamos a dupla&#13;
dimensão desta, que se apresenta simultaneamente como prática e projeto. A&#13;
relação entre este par é pouco explorada na literatura sobre economia&#13;
solidária, e nossa intenção foi percebê-la através da ótica dos trabalhadores e&#13;
trabalhadoras que fazem parte de tais experiências. Para tanto, entrevistamos&#13;
22 (vinte e dois) participantes de empreendimentos econômicos solidários&#13;
durante a realização de 2 (dois) eventos de abrangência nacional no ano de&#13;
2010. Verificamos que o anseio de parte dos entrevistados e das entrevistadas&#13;
é de que a economia solidária destina-se a substituir o capitalismo, enquanto&#13;
para outro conjunto não foi feita qualquer associação entre ambos. Este último&#13;
grupo dividi-se em outros 2 (dois): um pequeno número para quem o futuro da&#13;
economia solidária se limita a uma reprodução ampliada do presente,&#13;
requerendo apenas melhorias no que já existe; e uma maior parte que acalenta&#13;
o sonho de viver em uma sociedade justa, livre e fraterna. É importante&#13;
destacar que a prática da economia solidária vem gestando a esperança em&#13;
um mundo melhor – com ou sem um embate com o capitalismo – fruto da&#13;
percepção de que este outro mundo já está em construção. Resumidamente,&#13;
para a maioria dos trabalhadores entrevistados, a utopia está presente, mas&#13;
não como único ou mais importante fator de adesão à economia solidária; além&#13;
disso, que ela tende a ser construída ou fortalecida durante a experiência&#13;
concreta e não está relacionada diretamente com o fim do capitalismo ou com&#13;
a emergência do socialismo, mas com uma sociedade melhor. Nestes termos,&#13;
a utopia, como elemento constitutivo da economia solidária, é a força que&#13;
impulsiona e é impulsionada através da prática – a despeito das dificuldades e&#13;
dos entraves existentes –, nutrida pela esperança em concretizar um projeto de&#13;
transformação para uma vida melhor.; In the present paper we analyze to what extent solidarity economy has been a&#13;
space for the production and experience of utopias. To advocate a positive&#13;
meaning to the concept of utopia, we drew on the theoretical framework of Ernst&#13;
Bloch and, in order to relate utopia to solidarity economy, we emphasized the&#13;
dual dimension of the latter, which presents itself as both practice and project.&#13;
The relationship between these two elements has been scantily explored in the&#13;
literature on solidarity economy, and our intention was to perceive it through the&#13;
viewpoint of the men and women workers who participate in such experiences.&#13;
To that end, we interviewed, in the course of two nationwide events in 2010, a&#13;
total of 22 participants in solidarity economy enterprises. We found that the&#13;
expectation of a part of the interviewed workers is that solidarity economy is&#13;
destined to replace capitalism, while a second group made no association&#13;
between them. This latter group of interviewees was divided into two&#13;
subgroups: a small number of workers to whom the future of solidarity economy&#13;
is no more than an upsized reproduction of the present, requiring only&#13;
improvements to what is already present, and a larger subgroup who cherish&#13;
the dream of living in a fair, free and fraternal society. It is important to underline&#13;
that the practice of solidarity economy has been gestating the hope for a better&#13;
world– with or without a struggle against capitalism–, which stems from the&#13;
perception that "another world" is already underway. Briefly, for most of the&#13;
workers interviewed, utopia is present, but not as the only or most important&#13;
factor of adhesion to solidarity economy; in addition, utopia tends to be&#13;
constructed or strengthened over the course of the actual, concrete experience,&#13;
and is not directly related to the end of capitalism or the emergence of&#13;
socialism, but rather, to a better society. Therefore, utopia, as a constituent of&#13;
solidarity economy, is the driving force of practice and is also spurred by it–&#13;
despite the existing difficulties and hindrances–, and is nourished by the hope of&#13;
actualizing a project of transformation towards a better life.
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<dc:date>2011-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>A cidade de Ponta Grossa (Pr) enquanto expressão de arte: um olhar sobre a arquitetura pontagrossense</title>
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<name>Santos, Lígia Maria Rodrigues dos</name>
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<id>http://hdl.handle.net/123456789/673</id>
<updated>2012-05-25T13:50:29Z</updated>
<published>2010-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">A cidade de Ponta Grossa (Pr) enquanto expressão de arte: um olhar sobre a arquitetura pontagrossense
Santos, Lígia Maria Rodrigues dos
A cidade representa um espaço que é caracterizado tanto por seu conjunto funcional desenvolvido em diferentes modos de produção, como abriga também pessoas, grupos humanos, classes sociais e outras formações sociológicas que se relacionam de forma diferenciada com estes espaços na sua existência. Surgem, assim, no interior da cidade diferentes modos de vivência, os modos de produção funcionais e os modos existenciais. Eles se fazem visíveis na configuração das formas urbanas que são compostas por atmosferas, texturas, volumes, cores, associações, enfim, espaços arquitetônicos no sentido mais amplo da palavra. Apreender os mistérios que se escondem em suas formas arquitetônicas é de fundamental importância para todos aqueles que se ocupam da Geografia Urbana. Ao propormos um estudo sobre A Arquitetura urbana da cidade de Ponta Grossa-PR: Um estudo sobre os seus significados artísticos, entendemos que a cidade não apresenta grandes obras arquitetônicas, necessariamente demonstrativas, sendo que poucos cidadãos identificariam nela um objeto de arte. Entretanto, mudando a perspectiva artística da idéia de uma grande obra elitista e autônoma para uma arte social e ambiental, integrada na vivência, aparecem muitas evidências artísticas nas suas expressões e evoluções estéticas. A sua arquitetura, carregada de símbolos, representa pois, o referencial identitário da população, haja vista que é no espaço urbano que encontra-se marcada a sua história. A sensibilidade que permeia as relações sociais na cidade interpenetra-se artisticamente através de suas formas. A cidade com sua estética, com sua harmonia, materializa o espírito, o sensível, as emoções, que apenas aqueles que têm uma percepção da cidade enquanto expressão de arte conseguem apropriar-se desse significado.; A city represents a space that is characterized both by its functional set developed in different modes of production, but also houses people, groups, social classes, and other sociological formations that are related differently with those spaces in its existence. Thus, different modes of experience come out within the city: functional production modes and experience modes. They are visible in the configuration of urban forms that are composed of environment, textures, volumes, colors, combinations, finally, architectural spaces in the broadest sense of the word. Apprehending the mysteries hidden in their architectural forms is essential for all those dealing with Urban Geography. By proposing a study on The city of Ponta Grossa – Paraná As an Art Expression: A Look at Ponta Grossa Architecture, we understand that the city does not present great architecture work necessarily demonstrative, since few people would identify it as an art object. However, changing the artistic perspective from an idea of a great elitist and autonomous to a social and environmental art, integrated with experience, many artistic evidences come out in their expressions and aesthetic evolutions. Its architecture, full of symbols, therefore, represents the referential identity of the population, considering that is the urban space where its history is marked. The sensibility that permeates social relations in the city interpenetrates artistically through their forms. The city with its aesthetic, its harmony, materializes the spirit, the sensitive, the emotions that only those who have a perception of the city as an art expression can master this meaning.
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