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A obesidade, definida por excesso de gordura corporal, ocasiona uma redução da longevidade e está associada a diversas patologias. Como uma forma de tratamento da redução de gordura e aumento de massa muscular tem sido recomendado a utilização de esteróides anabólicos androgênicos. Essa classe de hormônios exercem efeitos em diversas partes do organismo, entre eles, os tecidos ósseo e muscular. Nas mídias sociais a gestrinona, derivado sintético da 19-nortestosterona, tem circulado como um potencial agente para a perda de massa gorda e ganho de massa magra, sem comprovação científica. Assim, o presente estudo teve como objetivo analisar os efeitos da administração de diferentes concentrações de gestrinona no tecido ósseo de ratas obesas com dieta hiperlipídica. Os resultados obtidos foram expressos como média e desvio padrão e valor de p inferior a 0,05 foi adotado como critério de significância. Estatisticamente, não houve diferença significativa nas espessuras (p=0,05) e áreas (p=0,783) das regiões ósseas cortical e medular, assim como, na porcentagem de osteócitos e lacunas sem o núcleo de osteócitos (p= 0,347) entre os grupos analisados de ratas controle (CTL) e ratas obesas (HFD), que receberam ou não 0,26 ou 0,52 mg de gestrinona/kg. Na avaliação do peso, houve diferença (ANOVA, p < 0,05). Ou seja, a gestrinona preveniu o desenvolvimento da obesidade, principalmente, em ratas com dieta hiperlipídica, que receberam 0,26 mg/kg ou 0,52 mg/kg de gestrinona. |
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